05
Feb

Navegava pelo Facebook e li este texto na apresentação do Grupo “Nasci nos anos 70″, achei muito interessante.

Identifico-me bem com isso.

De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 70, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas “à prova de crianças”, ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar à frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões.
Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box.

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos – se os quiséssemos encontrar íamos à rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos, mas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.
Batíamos às portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.

Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

O endereço do grupo é:

http://www.facebook.com/group.php?gid=64805072232&ref=nf

26
Nov

Tras algunos meses sin volver a Madrid, el pasado finde volví para conmemorar a una despedida de 2 amigos (Bia y Ronaldo) que vuelven a Brasil.

La marcha y la movida madrileña son inevitables, la Latina (Txacoli) fue el bar elegido.

En ll día anterior hicimos una fiesta en casa del Cesarix y como de costumbre una comida para acompañar.

De esta vez Ceviche Peruano. Una elaboración cuyo ingrediente estrella es el pescado crudo, que se cuece en frío gracias al efecto ácido del limón o la lima. Un plato refrescante que admite tantas variaciones como queramos, pudiendo escoger entre cualquier especie de pescado blanco

Ingredientes:Ceviche

  • 400 gr. de cualquier pescado blanco
  • ½ pimiento rojo
  • 2 ajís (chiles)
  • ½ cebolla
  • Cilantro
  • 5 limas
  • Sal

Elaboración

Se corta el pescado en pequeños trozos de 1cm x 1 cm aproximadamente y se mezcla con la cebolla bien picada. En un cuenco se lava con agua fría, se escurre completamente y se incorporan el pimiento rojo y el ají bien picados, la sal y el jugo de las limas.

Dejar reposar en la nevera durante 15 minutos o ½ hora. El jugo de la lima habrá actuado sobre las proteínas del pescado, y ahora tendrá un aspecto blanco, de ahí su nombre “leche de tigre”, que por cierto el liquido se bebe y es un estupendo remedio casero para la resaca.

escurrir un poco del leche de tigre y espolvorear con un poco de cilantro picado fino. Servir bien frío.

15
Oct


No mínimo podemos dizer que é criatividade… 1538513

Para não despender de $ 40.000 na importação de Zebras, Mohammed Bargouthi dono do Zoológico Marah Land situado na cidade de Gaza, resolveu criar as suas próprias Zebras.

O processo de confecção das Zebras de Mohammed Bargouthi é simples e nada caro.

O resultado final é garantido. Alguns adultos e muitas crianças garantem quando exclamam e dizem “Olha uma Zebra!”.

Depois de muitas pesquisas consegui saber como é feito o processo de criação da Zebra Artificial, resolvi publicar o step by step da preparação.

Material necessário.

  • 1 – Burro
  • 5 – Rolos de fita isoladora de pintura
  • 1 – Litro de tinta de cabelo preto intenso
  • 1 – Pincel macio

Modo de preparo

  • Colar a fita no burro, formando linhas em todo o seu corpo
  • As linhas devem ser coladas na diagonal, seguindo um padrão (podem utilizar a fotografia de uma Zebra, facilmente conseguem na revista National Geographic)
  • Prender o burro e distrai-lo com uma espiga de milho (isso evitará possíveis coices)
  • Pintar toda a área visível, aplicar duas mãos.

Depois de alguns largos minutos, devem trocar a espiga de milho e retirar a fita com cuidado

O último passo é dar um banho ao Burro

Após tudo isso… deixamos de ter um Burro e passamos a ter uma ZEBRA!

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Fonte: Reuters / Ananova

03
Sep


Faceboom

Faceboom

Curiosamente hoje almocei com uns amigos e alguns ex-colegas falamos algo sobre o Facebook e uma das pessoas disse “eu não sou ninguém, não tenho Facebook…”.

O Facebook, o Orkut, o Hi5 e outras redes sociais tornaram-se uma febre nos últimos 8 anos. Há várias pessoas que se divertem vendo as fotos de quem não conhecem, a enviar convites de festas, a enviar mensagens de publicidade, a fazer comentários ridículos (o Orkut permitia tudo isso).

Há algum tempo atrás eu tive uma chatice com uns comentários deixados em perfis de pessoas amigas conhecidas. Depois de alguns meses, cheguei a ser chantageado através de mensagens por uma tal “Petrina” pedia dinheiro em troca do fim dos comentários… Ignorei o pedido e depois de umas 3 ou 4 ameaças tudo parou.

A revista Veja chegou a publicar uma matéria sobre a invasão das redes sociais e alguns problemas trazidos pela exposição da informação.

Juan Faerman, escritor Argentino, publicou recentemente um livro ironizando o Facebook. No seu site, a descrição do livro diz, “profundidade”, “cinismo”, “ironia” e “humor” não parecem términos associáveis ao Facebook…

O vídeo de apresentação do livro é muito bom.

http://www.faceboomlibro.com/

05
Aug

Gosto de cozinhar, principalmente quando recebo pessoas em casa (é certo que o truque de servir tarde até que fiquem todos famintos, tem funcionado muito bem… dessa forma tudo parece perfeito e saboroso.)

Mestre cuca !

Mestre cuca !

Muitas vezes não consigo recordar das receitas, a pedido de alguns amigos e para ter um backup das receitas resolvi começar a escreve-las no blog.

A ideia é escrever a receita e contar a história que esta associada à comida que foi feita.

Em geral gosto de pratos rápidos. Gosto de inventar, de mesclar sabores intensos (gengibre, majericão, canela, pimenta, cravo da índia, alecrim, pesto…) esses sabores fazem uma grande diferença no prato.

Costumo ver receitas na televisão, na Internet, ler nas revistas, ai apanho os ingredientes base da receita, e depois sempre dou alguns toques pessoais de acordo com o que tenho disponível em casa.

Nas minhas receitas, não costumo utilizar medidas, farei o possível para conseguir converter o “olhômetro” em colheres de chá, de sopa, gramas, quilos… Os detalhes de lave as verduras, tire a parte podre das sobras, limpe as escamas, lave as mãos… isso eu não vou escrever, subentende-se que as verduras devem ser lavadas, algumas descascadas e por ai vai.

Ai vai a primeira receita.

Essa entrada é um clássico nas reuniões de amigos, a primeira vez que a fiz foi quando ainda vivia em Madrid. Uma vez comi num restaurante que serviam legumbres a la plancha (legumes na chapa) tinham tomate, corvete, beringela, cogumelos… Havia comprado espargos e não sabia o que fazer com eles, como fazer, estava ai dentro do frigorí­fico a espera de algo. Dois ou três dias depois de ter estado no restaurante fizemos uma festa na casa de um amigo (César Vigo), levei os espargos, foi um sucesso, a entrada é muito boa !

Espargos salteados com sal grosso e azeite de oliva

Espargos

Ingredientes:

  • 500 gramas de espargos verdes (de preferência largos)
  • Sal grosso
  • Azeite de oliva

Modo de fazer:

Cortar os espargos ao comprido.

Aquecer 1 fio (largo) de oliva em uma frigideira . Depois do óleo bem quente, acrescentar os espargos junto com o sal grosso e mexer bastante (deixar 1 minuto).

Por em uma travessa e servir quente

O ideal é comer com a mão. Em geral sirvo como petisco, antes de estarem sentados a mesa.